Potencial de consumo do Centro-Sul atinge R$ 58,9 bi em 2026 | aRede
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Potencial de consumo do Centro-Sul atinge R$ 58,9 bi em 2026

Os números refletem o 'Índice de Potencial de Consumo' de todos os municípios que integram a Associação dos Municípios do Centro-Sul do Paraná (Amcespar)

Entre as categorias de consumo, a que mais demanda de recursos é a habitação
Entre as categorias de consumo, a que mais demanda de recursos é a habitação -

João Iansen

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O potencial de consumo da região do Centro-Sul alcançou a marca de R$ 58,9 bilhões. Os números foram divulgados no início da tarde desta terça-feira (14), pela iPC Maps 2026, do IPC Marketing Editora Ltda. Os números refletem o 'Índice de Potencial de Consumo' de todos os municípios que integram a Associação dos Municípios do Centro-Sul do Paraná (Amcespar).

De acordo com o levantamento, esses R$ 18,5 bilhões equivalem a um ‘share’ de 0,68% na participação do consumo nacional.

O consumo urbano corresponde a um potencial massivo em comparação à movimentação no campo, o equivalente a 88,28% de toda a movimentação: o consumo urbano deve corresponder a R$ 52 bilhões, enquanto que o consumo rural deverá corresponder a R$ 6,9 bilhões.

Por categoria, o maior potencial de consumo é da classe econômica ‘B2’, que deve ser responsável por 23,5% do total desse consumo – ou R$ 12,2 bilhões. Na sequência, o segundo maior potencial é da classe ‘C1’, responsável por 22,7% - ou R$ 11,8 bilhões.

O maior percentual de residências na regiãoé de famílias da classe C2, com 131,4 mil domicílios urbanos, ou o equivalente a 31,2% do total, enquanto que da classe C1 aparece na sequência, com 102 mil – ou 24,2%. O menor número de domicílios é da classe A (10,8 mil, ou 2,6% do total), mas que é responsável por 15% do consumo local (R$ 7,8 bilhões).

Entre as categorias de consumo, a que mais demanda de recursos é a habitação. Somente ela é responsável por R$ 12,4 bilhões, ou o equivalente a 21,05% do total a ser movimentado no ano. Na sequência, os maiores gastos são com o veículo próprio, alcançando a marca de R$ 7,5 bilhões, ou o equivalente a 12,7% do montante a ser movimentado.

O estudo ainda aponta o total de empresas existentes na região. O número aatual é de 190,2 mil. Desse montante, o maior percentual é do setor de serviços, com 109,2 mil, seguida pelo comércio, com 40,4 mil (sendo 35,4 mil do comércio varejista), e pela indústria, com 37 mil unidades. O agribusiness corresponde a 3,4 mil empresas.

RESUMO

Montante e Representatividade: A região alcançou R$ 58,9 bilhões em potencial de consumo para 2026, o que representa 0,68% de participação no mercado nacional, segundo o índice IPC Maps.

Perfil de Consumo e Classes: O consumo urbano domina 88,28% da movimentação financeira, impulsionado principalmente pelas classes B2 e C1, embora a Habitação e o Veículo Próprio sejam as categorias que mais concentram gastos.

Dinâmica Empresarial: A região conta com 190,2 mil empresas, com forte predominância do setor de serviços (109,2 mil unidades), seguido pelos setores de comércio e indústria.

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