'Vai trabalhar sim!': prefeito de Chapecó gera debate com vídeo polêmico em SC | aRede
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'Vai trabalhar sim!': prefeito de Chapecó gera debate com vídeo polêmico em SC

Prefeito de Chapecó anuncia regras mais rígidas em espaço de acolhimento e condiciona permanência ao cumprimento de normas e inserção no mercado de trabalho

O prefeito anunciou que a administração vai “apertar um pouquinho” as regras
O prefeito anunciou que a administração vai “apertar um pouquinho” as regras -

Publicado por Iolanda Lima

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O prefeito de Chapecó (SC), João Rodrigues, fez um pronunciamento direto a pessoas acolhidas em um espaço de atendimento do município e anunciou que a Prefeitura vai endurecer as regras internas do local.

A conversa ocorreu dentro da própria unidade. Em determinado momento, ele interrompeu um dos presentes e determinou que permanecesse sentado, afirmando que o espaço não admite desordem. Em tom firme, disse que todos ali recebem alimentação, cama, estrutura básica e oportunidade de cursos, e que o atendimento é gratuito.

Segundo o prefeito, o município oferece café, almoço, jantar e apoio para quem deseja recomeçar. Ele argumentou que muitos brasileiros não têm acesso às mesmas condições e que, por isso, espera respeito, disciplina e cumprimento das normas internas.

Durante a fala, João Rodrigues citou relatos de que alguns acolhidos estariam batendo à porta de residências durante a madrugada. Ele alertou para o risco de reação por parte de moradores, afirmando que, dentro de casa, o cidadão pode agir para se defender, conforme prevê a legislação.

O prefeito anunciou que a administração vai “apertar um pouquinho” as regras. Disse que não será mais permitido sair por alguns dias e retornar como se nada tivesse ocorrido. De acordo com ele, quem deixar o espaço não poderá simplesmente voltar e também não permanecerá na cidade nessas condições.

Ele reforçou que o objetivo do acolhimento é oferecer oportunidade de reconstrução de vida, mas que isso exige contrapartida. O trabalho, segundo o prefeito, fará parte do processo. Os acolhidos deverão atuar para custear despesas relacionadas à permanência no local e, ao mesmo tempo, receberão remuneração.

João Rodrigues afirmou que, naquele momento, 17 pessoas já estavam empregadas em um frigorífico, com salário depositado em conta e acesso a assistência médica. Conforme declarou, outros também serão encaminhados gradualmente ao mercado de trabalho, com carteira assinada, como forma de retomar a rotina considerada “normal”.

Ao final, o prefeito disse que a permanência no espaço depende do cumprimento das determinações internas e desejou bom trabalho aos presentes. Segundo ele, a meta é organizar a situação e colocar todos “nos eixos”, dentro das regras estabelecidas pela administração municipal.

VÍDEO
| Autor: Reprodução/Redes Sociais

Com informações do Jornal da Razão 

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