Sede de empresas que renderam R$ 3 milhões a Lulinha está vazia
Empresas de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, estão registradas no mesmo endereço na zona oeste de SP, mas a sala não tem nada há 7 meses

Duas empresas de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, que enviaram mais de R$ 3 milhões a contas bancárias do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), não atendem no endereço em que estão sediadas.
A reportagem do Portal Metrópoles visitou na quinta-feira (5/3) o prédio comercial na zona oeste de São Paulo, onde as empresas LLF Tech Participações e a G4 Entretenimento e Tecnologia estão registradas na Junta Comercial, e foi informado de que as salas estão desocupadas há 7 meses.
Antes de ficar vazia, as duas salas do primeiro andar abrigavam uma certificadora digital e uma organização social que presta serviços de saúde. Segundo os registros das duas empresas de Lulinha – LLF Tech Participações e a G4 Entretenimento e Tecnologia –, a principal atividade delas é “suporte técnico, manutenção e outros serviços em tecnologia da informação”.
O que diz Lulinha
A defesa de Lulinha afirma que o endereço é usado apenas para recebimento e encaminhamento de correspondências.
“A empresa LLF Tech não possui escritório externo e sua sede sempre foi a residência de Fábio Luís, alterada somente após sua mudança para o exterior. A empresa G4 não está mais em atividade, mas possui créditos judicializados a receber, que quando são pagos, são distribuídos”, diz o advogado Guilherme Suguimori em nota.
RESUMO DA NOTÍCIA
- Empresas LLF Tech e G4 Entretenimento, ligadas a Lulinha, enviaram mais de R$ 3 milhões ao empresário.
- Salas registradas como sede, em prédio na zona oeste de São Paulo, estariam desocupadas há cerca de sete meses.
- Defesa afirma que o endereço é apenas para correspondências e que uma das empresas já não está mais em atividade.
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