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PF rebate tese dos EUA e descarta PCC e CV como terrorismo no país

A Polícia Federal (PF) enviou uma manifestação ao Ministério da Justiça e Segurança Pública. Segundo o relatório, PCC e CV têm finalidade financeira, e não tem atos motivados por razões políticas, ideológicas ou religiosas

Relatório aponta que facções tem objetivos financeiros, e não relacionados à política, ideologia ou religião
Relatório aponta que facções tem objetivos financeiros, e não relacionados à política, ideologia ou religião -

Fernando Rogala

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A coluna de Mirelle Pinheiro, do Metrópoles, teve acesso, com exclusividade, à manifestação que a Polícia Federal (PF) enviou ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) após o governo dos Estados Unidos (EUA) avisar ao presidente do Banco Central do Brasil, Gabriel Galípolo, que tem a intenção de classificar as facções criminosas Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas. O caso foi noticiado pelo colunista Paulo Cappelli, do portal Metrópoles.

No ofício assinado pelo diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues, a PF sustenta que as facções não podem ser enquadradas como organizações terroristas no ordenamento jurídico brasileiro, uma vez que, embora não exista uma definição universalmente aceita para o conceito de terrorismo, há “relativo consenso internacional quanto aos elementos essenciais que caracterizam esse fenômeno”.

A PF afirma que o fenômeno envolve atos violentos motivados por razões políticas, ideológicas, religiosas, xenófobas ou discriminatórias, com o objetivo de provocar terror social generalizado, intimidar populações ou coagir governos.

A manifestação destaca que, no caso brasileiro, PCC e CV operam dentro de uma lógica econômica, ainda que com elevado grau de organização e violência. As facções atuam em diversas frentes, como tráfico de drogas, armas e até pessoas, mas sempre com finalidade financeira.


Leia o texto completo no Metrópoles, na coluna de Mirelle Pinheiro.

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