Polícia pede liberdade para homem investigado por óbito de grávida em PG; entenda
Novas provas foram analisadas e Polícia Civil descarta a participação de um dos homens detidos

Um homem inicialmente investigado por participação no latrocínio que resultou na morte de Susana Ferreira Correia, de 40 anos, no início deste mês, em Ponta Grossa, deve ser autorizado pelo Poder Judiciário à liberdade imediata após o surgimento de novas provas que indicam que ele não esteve envolvido no crime. A confirmação foi feita pela Polícia Civil do Paraná (PCPR), por meio de nota oficial divulgada nesta terça-feira (3).
Segundo a corporação, após o caso passar a ser conduzido pelo setor de homicídios, novas diligências permitiram o acesso a elementos técnicos, como metadados de dispositivos móveis e registros de transações financeiras. As informações apontaram a impossibilidade de participação do investigado no latrocínio. Diante disso, foi protocolado junto ao Poder Judiciário o pedido de liberdade imediata do homem, que acabou sendo concedida.
O advogado criminalista Renato Tauille, responsável pela defesa, afirmou em entrevista ao Portal aRede que as provas demonstram de forma clara que o cliente não teve qualquer ligação com o crime, reforçando o pedido de soltura imediata.
A Polícia Civil destacou que as investigações seguem em estágio avançado, com o objetivo de identificar e responsabilizar os verdadeiros autores do latrocínio. A corporação ressaltou ainda o compromisso com a busca da verdade e com a garantia dos direitos fundamentais durante a condução das apurações.
Confira a nota oficial na íntegra:
"A Polícia Civil do Paraná, por meio da unidade responsável pelas investigações do latrocínio que vitimou Susana Ferreira Correia no último dia 01/02/2026, informa que protocolou junto ao Poder Judiciário o pedido de liberdade imediata de um investigado.
Após a assunção da titularidade do caso pelo setor de homicídios, o prosseguimento das diligências permitiu o acesso a novos elementos de prova — incluindo metadados de dispositivos móveis e registros de transações financeiras — que indicam a impossibilidade de participação de Igor no evento criminoso.
As investigações encontram-se em estágio avançado.
A Polícia Civil reitera seu compromisso inarredável com a busca da verdade real e com a garantia dos direitos fundamentais, agindo com o rigor técnico necessário para que a persecução penal seja pautada pela justiça e pela verdade."




















