Mesmo com a greve, maioria dos serviços da Prefeitura de PG está com atendimento normal | aRede
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Mesmo com a greve, maioria dos serviços da Prefeitura de PG está com atendimento normal

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Ponta Grossa (SindServ) iniciaram a paralisação geral dos servidores com uma concentração em frente à Prefeitura

O ato reúne servidores com cartazes, apitos e narizes de palhaço
O ato reúne servidores com cartazes, apitos e narizes de palhaço -

Iolanda Lima

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Apesar da deflagração da greve dos Servidores Municipais de Ponta Grossa, a Prefeitura afirmou que a maioria dos serviços públicos permanecem com atendimento normal, nesta segunda-feira (4). Em nota, o Governo Municipal pontuou que, com exceção do Restaurante Popular e da Feira Verde, grande parte dos serviços públicos não tiveram alterações. 

Veja a nota enviada ao Portal aRede: 

"A maioria dos serviços da Prefeitura está com atendimento normal, com exceção do Restaurante Popular e do programa Feira Verde, que está atuando somente no recebimento de mercadorias. Na Educação, 80% das Escolas e CMEIs estão funcionando. Em relação à Saúde, todas as Unidades de Saúde estão abertas, porém, em alguns locais, consultas e demais atendimentos estão sendo reagendados por conta da redução do número de profissionais à disposição."

MOBILIZAÇÃO

Nesta segunda (4), o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Ponta Grossa (SindServ) iniciaram a paralisação geral dos servidores com uma concentração em frente à Prefeitura. O ato reúne servidores com cartazes, apitos e narizes de palhaço.

A mobilização ocorre mesmo após decisão do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR), que considerou haver indícios de ilegalidade no movimento e ordenou a suspensão da greve. A medida também proíbe ações que impeçam o acesso de servidores que não aderirem à paralisação e da população aos serviços públicos, sob pena de multa diária de R$ 20 mil.

A categoria reivindica reajuste salarial de 8% e vale-alimentação de R$ 800. Em assembleia, os servidores rejeitaram a proposta apresentada pela Prefeitura, que previa reajuste de 5% na data-base e vale-alimentação de R$ 650. Sem avanço nas negociações, os servidores deram início a paralisação das atividades.

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