PG deve preservar sua história para não cometer os mesmos erros do passado
Conselheiro, advogado entende que poder público também pode contribuir em casos de propriedades privadas

O conselheiro da área de Direito do Grupo aRede, João Paulo Nascimento, explica que Ponta Grossa deve preservar sua história para não cometer os mesmos erros do passado - o debate é referente a uma reportagem especial do Portal aRede.
Para ele, os bens históricos devem ser protegidos, principalmente com o tombamento dos imóveis. Além disso, o advogado entende que o poder público deve contribuir nesse processo em casos de propriedades privadas.
Assista abaixo a opinião na íntegra de João, advogado, mestre em Direito Civil, professor de diversos cursos e sócio do escritório jurídico João Paulo Nascimento Advogados:
CONSELHO DA COMUNIDADE
Composto por lideranças representativas da sociedade, não ocupantes de cargo eletivo, totalizando 14 membros, a iniciativa tem o objetivo de debater, discutir e opinar sobre pautas e temas de relevância local e regional, que impactam na vida dos cidadãos, levantados semanalmente pelo Portal aRede e pelo Jornal da Manhã, com a divulgação em formato de vídeo e/ou artigo.
Conheça mais detalhes dos membros do 'Conselho da Comunidade' acessando outras notícias sobre o projeto.
LEIA ABAIXO UM RESUMO DO ARTIGO
- A Importância da Memória para o Futuro: o advogado destaca que a preservação da história de Ponta Grossa é fundamental para a identidade local. Segundo ele, manter o patrimônio vivo evita que a sociedade repita erros do passado, servindo como uma ferramenta de aprendizado e consciência coletiva;
- O Tombamento como Proteção Jurídica: João Paulo defende o tombamento de imóveis como o principal mecanismo legal para garantir a integridade dos bens históricos. Essa medida assegura que prédios e monumentos de relevância cultural não sejam descaracterizados ou demolidos pela especulação imobiliária;
- Responsabilidade Compartilhada e Incentivos Públicos: o advogado ressalta que o Poder Público deve ser um facilitador nesse processo, oferecendo suporte aos proprietários de imóveis privados. Para ele, a conservação não deve ser um fardo apenas para o particular, exigindo políticas públicas que viabilizem a manutenção desses espaços.




















