Vingança infundada motivou morte de grávida em Ponta Grossa, diz Polícia | aRede
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Vingança infundada motivou morte de grávida em Ponta Grossa, diz Polícia

Dois homens foram indiciados por homicídio qualificado por motivo torpe, emboscada e aborto

Os irmãos Samuel da Silva Gravonski e Mario Gravonski Junior, ao lado da vítima, Susana Ferreira Correia
Os irmãos Samuel da Silva Gravonski e Mario Gravonski Junior, ao lado da vítima, Susana Ferreira Correia -

Publicado Por Milena Batista

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A Polícia Civil de Ponta Grossa, por meio do setor de homicídios, finalizou o inquérito policial que investigou o assassinato de Susana Ferreira Correia, de 40 anos, ocorrido em 1º de fevereiro de 2026. A vítima, que estava grávida de quatro meses e não possuía antecedentes criminais, foi morta com um tiro na cabeça dentro de sua residência no bairro Neves.

As investigações revelaram que a motivação do crime foi o desejo de vingança infundada contra o marido da vítima. Os investigados Samuel da Silva Gravonski e Mario Gravonski Junior acreditavam, baseados em boatos, que o marido da vítima estaria envolvido no latrocínio do pai deles, ocorrido em 2008. 

No entanto, no curso das investigações realizadas, não foi coletado qualquer indício que confirme tal hipótese.

Vale apontar que, ainda em 2008, foi identificado um indivíduo como responsável pelo crime, o qual restou condenado pelo juízo da infância pelo crime.

Diante das provas colhidas, Samuel e Mario foram indiciados por homicídio qualificado por motivo torpe, emboscada e recurso que impossibilitou a defesa da vítima. Eles também respondem pelo crime de aborto provocado por terceiro, uma vez que a violência causou a interrupção da gestação de Susana. Além disso, Samuel foi indiciado por disparo de arma de fogo em via pública por um incidente ocorrido horas antes do homicídio.

Outros dois homens foram indiciados por porte ilegal de arma de fogo. Um deles foi flagrado com o revólver calibre .38 utilizado no crime e indiciado também por resistência à prisão. O outro foi indiciado por porte ilegal na forma tentada, por ter ido até a residência do outro investigado visando retirar o armamento do local para ocultá-lo.

Agora, o caso segue para o Ministério Público, que deve analisar as conclusões da Autoridade Policial.

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Delegado Luis Gustavo Timossi dá detalhes sobre o caso | Autor: Divulgação

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