Políticas públicas para pessoas em áreas de risco não podem ser temporárias
Conselheiro, agricultor lembra que o poder público deve garantir o direito de moradia para essas pessoas

O conselheiro da área da Agricultura do Grupo aRede, Gustavo Ribas Netto, entende que as políticas públicas para as pessoas em áreas de risco não podem ser temporárias - o debate é referente a uma reportagem especial do Portal aRede. Para ele, o poder público tem o dever de fiscalizar, mais ainda, garantir o direito de moradia digna para as pessoas.
Confira abaixo a opinião na íntegra de Gustavo Ribas Netto, presidente do Sindicato Rural de Ponta Grossa e diretor da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep):
CONSELHO DA COMUNIDADE
Composto por lideranças representativas da sociedade, não ocupantes de cargo eletivo, totalizando 14 membros, a iniciativa tem o objetivo de debater, discutir e opinar sobre pautas e temas de relevância local e regional, que impactam na vida dos cidadãos, levantados semanalmente pelo Portal aRede e pelo Jornal da Manhã, com a divulgação em formato de vídeo e/ou artigo.
Conheça mais detalhes dos membros do 'Conselho da Comunidade' acessando outras notícias sobre o projeto.
LEIA ABAIXO UM RESUMO DO ARTIGO
- Políticas de Longo Prazo: o conselheiro defende que as políticas públicas voltadas para pessoas em áreas de risco não podem ser meramente temporárias ou paliativas, exigindo continuidade e planejamento;
- Dever de Fiscalização e Moradia: para Ribas Netto, o poder público possui a obrigação de fiscalizar essas áreas e, fundamentalmente, garantir o direito constitucional de acesso à moradia digna;
- Iniciativa do Conselho da Comunidade: o debate integra um projeto do Grupo aRede composto por 14 lideranças da sociedade civil que discutem semanalmente temas de relevância regional para impactar positivamente a vida dos cidadãos.
VEJA MAIS OPINIÕES SOBRE O ASSUNTO
- Poder público deve ter sensibilidade com pessoas morando em áreas de risco;
- Animais também sofrem em situações de moradias em áreas de risco;
- Tirar pessoas de áreas de risco e movê-las para a periferia não resolve o problema habitacional.




















