Falta de aeroporto faz Ponta Grossa perder competitividade no Paraná | aRede
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Falta de aeroporto faz Ponta Grossa perder competitividade no Paraná

Conselheiro, advogado lembra que a cidade fica dependente de Curitiba na conexão aérea

Jorge Sebastião Filho é conselheiro na área de Segurança Pública
Jorge Sebastião Filho é conselheiro na área de Segurança Pública -

Rodolpho Bowens

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O conselheiro de Segurança Pública do Grupo aRede, Jorge Sebastião Filho, entende que a falta de operação do Aeroporto Sant'Ana mantém Ponta Grossa dependente de Curitiba e prejudica a mobilidade e a competitividade locais - discussão que ganha força diante do aumento do tempo de deslocamento até o Afonso Pena. O debate é referente a uma reportagem especial do Portal aRede.

Entretanto, o advogado defende a retomada das operações e a abertura de rotas próprias em Ponta Grossa, para quebrar a dependência da capital e impulsionar o desenvolvimento - em comparação com cidades como Maringá, Cascavel e Londrina, que já operam aeroportos em pleno funcionamento.

Confira a opinião na íntegra de Jorge, advogado, professor, ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) — Subseção de Ponta Grossa e corregedor-geral da OAB — Seccional do Paraná:

VÍDEO
Assista à opinião do conselheiro Jorge | Autor: Colaboração.

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Composto por lideranças representativas da sociedade, não ocupantes de cargo eletivo, totalizando 14 membros, a iniciativa tem o objetivo de debater, discutir e opinar sobre pautas e temas de relevância local e regional, que impactam na vida dos cidadãos, levantados semanalmente pelo Portal aRede e pelo Jornal da Manhã, com a divulgação em formato de vídeo e/ou artigo.

Conheça mais detalhes dos membros do 'Conselho da Comunidade' acessando outras notícias sobre o projeto.

Leia abaixo um resumo do artigo

- Dependência da Capital: Jorge destaca que a falta de voos regulares mantém Ponta Grossa em uma relação de subordinação a Curitiba. O aumento no tempo de deslocamento terrestre até o Aeroporto Afonso Pena (São José dos Pinhais) é visto como um obstáculo crítico para a mobilidade dos moradores e empresários locais;

- Desvantagem Competitiva: o conselheiro aponta que cidades de porte semelhante, como Maringá, Cascavel e Londrina, já colhem os frutos de possuírem aeroportos plenamente operacionais. Para ele, Ponta Grossa perde fôlego na disputa por investimentos e novos negócios enquanto não oferecer uma infraestrutura aeroviária à altura do seu PIB;

- Necessidade de Rotas Próprias: a defesa central é pela quebra definitiva dessa dependência através da retomada imediata das operações e da criação de malhas aéreas exclusivas. O objetivo é transformar o aeroporto local em um vetor de desenvolvimento, garantindo que a cidade tenha autonomia para se conectar diretamente com outros grandes centros do país.

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Aeroporto Sant'Ana não é suficiente para acompanhar o desenvolvimento de PG;

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