'Banco de Projetos' pode tornar Ponta Grossa mais inclusiva e cidadã
Conselheira, advogada também destaca que iniciativa mostra maturidade administrativa na cidade

A conselheira da Comunidade LGBTQIAPN+ do Grupo aRede, Thaís Boamorte, ressalta que a criação do 'Banco de Projetos' de Ponta Grossa marca um momento de maturidade administrativa na cidade - o debate é referente a uma reportagem especial do Portal aRede.
Para a advogada e militante, o planejamento também deve visar as prioridades sociais do município. Por fim, Thaís destaca que o 'Banco de Projetos' é uma oportunidade para modernizar a infraestrutura da cidade, resultando em uma Ponta Grossa mais inclusiva e cidadã.
Confira abaixo a opinião na íntegra da Thaís, que é advogada, militante, integrante do Comitê Estadual LGBT e presidente do Conselho Municipal LGBT:
"A criação deste banco de projetos marca um momento de maturidade administrativa para Ponta Grossa, sinalizando que a gestão municipal compreendeu a urgência de superar o amadorismo das obras pontuais em favor de um planejamento de longo prazo.
Ao estruturar uma 'prateleira' robusta de projetos, a administração Elizabeth Schmidt não apenas se antecipa na captação de recursos, mas estabelece um legado de continuidade que transcende ciclos eleitorais, garantindo que o desenvolvimento da cidade não fique refém de conveniências políticas momentâneas.
É um movimento estratégico que coloca nossa cidade em uma posição de vantagem competitiva na busca por investimentos estaduais e federais, assegurando que o crescimento urbano seja pautado por critérios técnicos e visão de futuro.
Enquanto ocupante da cadeira LGBTQIAPN+ e profissional do Direito, entendo que esse banco de projetos deve ser lido como um mapa das prioridades sociais da nossa cidade para os próximos anos. O meu papel, e o de toda a militância que ocupa espaços institucionais, é exercer uma vigilância ativa para que essa modernização da infraestrutura reflita, de fato, a pluralidade da nossa população.
Obras públicas não são apenas concreto e asfalto; elas são a materialização do direito à cidade e devem servir para tornar Ponta Grossa um lugar mais seguro, acessível e acolhedor para todos os cidadãos, transformando o desenvolvimento econômico em uma ferramenta real de inclusão social e cidadania plena".
Conselho da Comunidade
Composto por lideranças representativas da sociedade, não ocupantes de cargo eletivo, totalizando 14 membros, a iniciativa tem o objetivo de debater, discutir e opinar sobre pautas e temas de relevância local e regional, que impactam na vida dos cidadãos, levantados semanalmente pelo Portal aRede e pelo Jornal da Manhã, com a divulgação em formato de vídeo e/ou artigo.
Conheça mais detalhes dos membros do 'Conselho da Comunidade' acessando outras notícias sobre o projeto.
Leia abaixo um resumo do artigo
- Maturidade e Continuidade Administrativa: Thaís destaca que a iniciativa marca a superação de uma cultura de "obras pontuais" em favor de um planejamento de longo prazo. Ao estruturar uma prateleira robusta de projetos, a gestão garante que o desenvolvimento da cidade tenha um legado que transcenda os ciclos eleitorais e não dependa apenas de conveniências políticas;
- Vantagem Competitiva em Investimentos: a criação do banco é vista como um movimento estratégico para colocar Ponta Grossa em destaque na busca por recursos estaduais e federais. Ter projetos tecnicamente prontos permite que o município se antecipe na captação de verbas, pautando o crescimento urbano por critérios técnicos e visão de futuro;
- Infraestrutura como Direito à Cidade: como advogada e militante LGBTQIAPN+, ela defende que as obras públicas não devem ser vistas apenas como "concreto e asfalto". O Banco de Projetos deve ser um reflexo das prioridades sociais, funcionando como uma ferramenta de inclusão que torne a cidade mais segura, acessível e acolhedora para toda a pluralidade da população.
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