Delegado-geral de SC reage a críticas sobre caso do cão Orelha e faz ataques à esquerda
Ulisses Gabriel usou as redes sociais para defender investigação e afirmou que Santa Catarina sofre ataques por posições políticas

O delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel, utilizou as redes sociais para rebater críticas à condução das investigações sobre a morte do cão comunitário Orelha, caso que gerou forte repercussão nacional. As informações são do Portal Metrópoles.
O animal, que vivia na região da Praia Brava, em Florianópolis, foi vítima de agressões praticadas por adolescentes e, devido à gravidade dos ferimentos, precisou ser submetido à eutanásia. O episódio provocou comoção nas redes sociais e levou manifestantes às ruas em atos que pedem justiça.
Diante das críticas à atuação da Polícia Civil, incluindo pedidos de federalização do inquérito feitos por internautas, Ulisses Gabriel afirmou que Santa Catarina estaria sendo alvo de ataques por “ser um estado de direita” e por ter baixo número de beneficiários do programa Bolsa Família. Em publicações no X, o delegado também acusou setores da esquerda de “hipocrisia” e defendeu mudanças na legislação penal.
“E eu que pensava que o propósito da esquerda era paz e amor. Deve ser apenas os pares e para os traficantes. Ao invés de nos atacar, cobrem de seus deputados a redução da maioridade penal, a melhoria das polícias e o recrudescimento das leis penais. Hipocrisia de momento”, escreveu.
Em outra publicação, prosseguiu: “Lamentável! Nos atacam por ser um Estado de direita, o mais seguro, o que mais cresce, o com o menor índice de desemprego do mundo, o que menos tem beneficiados do Bolsa Família”.
Sobre o andamento do inquérito, a Polícia Civil informou que descartou a participação de um dos adolescentes inicialmente apontados como envolvido nas agressões. Segundo a corporação, ele não aparece nas imagens analisadas durante a investigação e a família apresentou provas de que o jovem não estava no local no dia dos fatos.
Com isso, conforme informações do Portal Metrópoles, o adolescente passa a ser tratado como testemunha. Os outros três suspeitos devem ser ouvidos pela Polícia Civil em data ainda não divulgada.
LEIA ABAIXO O RESUMO DA MATÉRIA:
- Delegado-geral de SC reagiu a críticas sobre investigação da morte do cão Orelha
- Ulisses Gabriel atacou a esquerda e afirmou que o estado sofre perseguição política
- Polícia Civil descartou a participação de um adolescente e mantém investigação sobre outros três suspeitos




















