Morre Professor Miranda, ex-presidente do Paraná Clube
Dirigente comandou o Tricolor entre 2004 e 2007, sendo campeão estadual, indo à Libertadores, mas também se envolvendo em polêmicas

Morreu na manhã desta sexta-feira (17), aos 87 anos, o ex-presidente do Paraná Clube José Carlos de Miranda, conhecido como professor Miranda. Ele foi o mandatário do Tricolor em dois mandatos, entre 2004 e 2007. A causa da morte não foi revelada.
Eleito presidente paranista em 2003, assumiu o cargo em 2004, tendo como grande missão na primeira temporada librar a equipe do rebaixamento em 2004. Depois, foram anos marcantes, como a conquista do Campeonato Paranaense de 2006, o último grande título do clube, e, principalmente, ter disputado a Libertadores em 2007. No mesmo ano, porém, acabou deixando o cargo com o Paraná rebaixado para a Série B. As informações são do Portal Banda B, parceiro do Portal aRede.
Foi em sua gestão também que o Tricolor reformou a Vila Capanema, com o projeto ‘Vila Tá na Hora‘, quando o estádio foi revitalizado, em 2006, e, desde então, se tornou a casa do time novamente.
Ligação histórica com o Paraná Clube
Antes de ser presidente paranista, o professor Miranda esteve no mesmo posto, mas pelo Colorado, um dos clubes que originaram o Paraná Clube, em 1985. Depois, seguiu como dirigente e conselheiro do clube, inclusive na fusão com o Pinheiros.
Depois, se tornou o sétimo mandatário do time paranista, sucedendo Ênio Ribeiro de Andrade e sendo substituído por Aurival Correia.
Mandato em meio a polêmicas
O final da gestão de Miranda em 2007 ficou marcado por polêmicas. Além do rebaixamento, o ex-presidente chegou a ser afastado do Tricolor por conta de negociações mal explicadas, especialmente do meia Thiago Neves, que gerou uma dívida gigantesca.
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Em 2007, o Paraná Clube não repassou a parte dos valores ao empresário Léo Rabello, que acionou o Tricolor na Justiça. O montante chegou a custar R$ 36 milhões e somente em 2017 as partes chegaram a um acordo, em um valor que foi fechado em R$ 4,5 milhões.
Porém, a veda em 2007 foi fechada em R$ 3,9 milhões. Em meio a disputas judiciais e correção de valores, a saída de uma das maiores revelações paranistas acabou se tornando em prejuízo





















