ENGIE realiza programa de educação ambiental em Ponta Grossa
Iniciativa chega aos municípios de Campo Largo, Ponta Grossa, Balsa Nova, Teixeira Soares e Pinhão, ampliando o alcance do programa que atendeu 2.059 estudantes e 104 professores em 2025

A ENGIE Brasil, em parceria com a Melipomar Educação Socioambiental, implementa a nova fase do Projeto Melipomar em sete escolas públicas municipais localizadas nas cidades de Campo Largo, Ponta Grossa, Balsa Nova, Teixeira Soares e Pinhão, próximos da Transmissora de Energia Gralha Azul. O programa utiliza abelhas nativas sem ferrão como ferramenta pedagógica para promover educação ambiental junto a estudantes da Educação Infantil ao Ensino Fundamental. As atividades tiveram início em 26 de março deste ano.
Abrangência e atividades
Entre março e abril, a Melipomar realizará nas escolas participantes um conjunto integrado de ações: instalação de colônias de abelhas nativas sem ferrão, formação prática de professores, atividades de sensibilização ambiental com estudantes e plantio de mudas nativas.
Cada escola receberá duas colônias, uma de mandaçaia (Melipona quadrifasciata quadrifasciata) e uma de mirim-guaçu (Plebeia remota), e cerca de 100 mudas de espécies nativas melíferas.
As escolas atendidas são:
EM Hans Ernst Schmidt — Campo Largo/PR
EM Profª Zilá Bernadete Bach — Ponta Grossa/PR
EM Madalena Portella — Campo Largo/PR
EM Herculano Schimaleski — Balsa Nova/PR
EM Machado de Assis — Teixeira Soares/PR
EM Prof. Cipriano de Paula — Pinhão/PR
EM Nova Divinéia — Pinhão/PR
"A conservação da biodiversidade é um tema central na operação de sistemas de transmissão de energia. Apoiar um programa que leva esse debate para dentro das escolas, de forma prática e contínua, alinha a atuação da ENGIE ao compromisso com a sustentabilidade e a comunidade nos territórios em que estamos presentes", destaca Leandro de Caux, gerente da Transmissora de Energia Gralha Azul.
Balanço
O Projeto Melipomar foi implementado em 2025 em cinco escolas públicas municipais de Campo Largo e Ponta Grossa, em áreas próximas às linhas de transmissão operadas pela ENGIE.
“Quando a gente leva uma colônia de abelhas sem ferrão para dentro da escola, não estamos apenas falando de insetos, estamos criando uma oportunidade concreta de reconectar as crianças com a natureza. As abelhas se tornam um ponto de partida para discutir clima, biodiversidade e o nosso papel no mundo, de forma prática, contínua e significativa ao longo de todo o ano”, afirma Vinicius Richardi, diretor da Melipomar Educação Socioambiental.
Ao longo do ano letivo, o programa registrou os seguintes indicadores: 2.059 estudantes atendidos nas vivências educativas, 104 professores capacitados nas formações, 10 colônias de abelhas nativas sem ferrão implantadas, aproximadamente 500 mudas plantadas e 715 participantes nas Melipofeiras, eventos de culminância com abertura às famílias da comunidade escolar.
"O projeto Melipomar amplia o aprendizado dentro da escola ao trabalhar com abelhas sem ferrão como ponto de partida para temas como polinização, ecossistema e sustentabilidade. O plantio de árvores e flores integra essa proposta e leva os alunos a uma relação mais concreta com o cuidado ambiental", declara Débora Aparecida, diretora da Escola Municipal Ernst Schmidt, em Campo Largo.
A metodologia adota abordagem vivencial, com roteiros pedagógicos, material didático impresso entregue a todos os professores das escolas parceiras para a condução das atividades com os estudantes, estruturados em quatro eixos: construção de conhecimentos, sensibilização, ação prática e registros. As atividades contemplam diferentes faixas etárias, incluindo Educação Especial e Educação de Jovens e Adultos (EJA), e abordam temas como biodiversidade, polinização, conservação de ecossistemas e responsabilidade socioambiental.
Sobre o Melipomar
O Projeto Melipomar prevê a instalação de meliponários — colmeias de abelhas nativas — em escolas públicas, aliada a um trabalho contínuo de conscientização com os estudantes. A capacitação é realizada junto aos professores, que utilizam roteiros pedagógicos com atividades semanais ao longo de todo o ano letivo, garantindo a continuidade da educação ambiental. Além disso, o projeto promove o enriquecimento ambiental por meio do plantio de espécies vegetais que beneficiam a atividade.
Esse ambiente desenvolvido nas escolas que mantêm a guarda das colônias funciona como um local seguro para o desenvolvimento e a proliferação dessas abelhas, servindo como fontes para o aumento desses indivíduos na região.
Com uma maior oferta de colmeias para essas abelhas sem ferrão, o projeto contribui diretamente para sua conservação e para o fortalecimento da polinização, um dos principais serviços ecossistêmicos, essencial para o equilíbrio dos ecossistemas e para a produção de alimentos, especialmente em contextos rurais onde muitas das escolas estão inseridas. Dessa forma, a iniciativa também favorece a manutenção da fauna e da flora, em interação com outros seres vivos que sustentam o equilíbrio ecológico do planeta.
Sobre a ENGIE
A ENGIE é um importante player na transição energética e tem como propósito acelerar a transição para uma economia neutra em carbono. Com 90.000 colaboradores em 30 países, o Grupo atua em toda a cadeia de valor da energia, da produção à infraestrutura e comercialização.
A ENGIE combina atividades complementares, como a geração de energia renovável e de gases verdes, ativos de flexibilidade (principalmente baterias), redes de transmissão e distribuição de gás e eletricidade, infraestruturas locais de energia (redes de aquecimento e resfriamento) e o fornecimento de energia para domicílios, autoridades locais e empresas.
Anualmente, a ENGIE investe, em média, 12 bilhões de euros para impulsionar a transição energética e alcançar sua meta de neutralidade de carbono até 2045. Faturamento em 2025: 71,9 bilhões de euros.
O Grupo é negociado nas bolsas de Paris e Bruxelas (ENGI) e integra os principais índices financeiros (CAC 40, Euronext 100, FTSE Euro 100, MSCI Europe) e índices não financeiros (DJSI World, Euronext Vigeo Eiris – Europe 120 / France 20, MSCI EMU ESG Screened, MSCI Europe ESG Universal Select, Stoxx Europe 600 ESGX).
No Brasil, a ENGIE, umas das líderes em geração 100% renovável do país, atua em geração, comercialização e transmissão de energia elétrica, transporte de gás e soluções energéticas. A empresa possui cerca de 13 GW de capacidade instalada, provenientes de fontes renováveis e com baixas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), como usinas hidrelétricas, eólicas, solares e a biomassa.
A ENGIE é também a detentora da mais extensa malha de transporte de gás natural do país, com 4.500 km, que atravessam 10 estados e 191 municípios, graças à aquisição da Transportadora Associada de Gás - TAG, concluída em 2020. Além disso, a ENGIE possui um portfólio completo em soluções integradas responsáveis por reduzir custos, emissões e melhorar infraestruturas para empresas, como ar comprimido, autoprodução solar local, biogás e biomassa, consultoria e gestão de energia, HVAC e subestações. Nas cidades, atua como parceira para tornar os espaços urbanos mais eficientes e sustentáveis, com soluções de iluminação pública, mobilidade elétrica e de district cooling.
A ENGIE está presente na B3 por meio de sua empresa de geração e comercialização de energia, a ENGIE Brasil Energia, cujo ticker é o EGIE3. Além de integrar o Novo Mercado da B3, a Companhia é uma das únicas empresas listadas no Índice de Sustentabilidade Empresarial desde o início do ISE, em 2005. Em 2021, a ENGIE Brasil Energia foi incluída no Índice Carbono Eficiente (ICO2), composto pelas ações das empresas participantes do IBrX 100 que possuem maior transparência em relação ao reporte das emissões dos GEE e de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono. A Companhia também possui a certificação Great Place to Work, um reconhecimento que valida o compromisso contínuo da empresa de criar um ambiente de trabalho positivo e inclusivo para todos.
Com informações: ENGIE.




















