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STJD pune Vila Nova em R$ 30 mil por confusão no estádio e acusação de racismo

Clube goiano não foi penalizado com a perda do mando de campo

Confusão em jogo válido pela 5ª rodada da Série B, entre Vila Nova e Operário Ferroviário
Confusão em jogo válido pela 5ª rodada da Série B, entre Vila Nova e Operário Ferroviário -

Publicado por Diego Chila

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O Vila Nova foi julgado no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) nesta sexta-feira e punido com multa de R$ 30 mil pelos incidentes ocorridos no último sábado (18) após a partida contra o Operário-PR, válida pela 5ª rodada da Série B.

A 2ª Comissão Disciplinar do STJD enquadrou o clube no Artigo 213 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) - "Deixar de tomar providências capazes de prevenir e reprimir desordens em sua praça de desporto", como o "lançamento de objetos", e estipulou a multa em R$ 30 mil (poderia variar de R$ 100 a R$ 100 mil).

O clube não foi penalizado com a perda de mando de campo, que poderia chegar a 10 partidas.

O jogador Berto, que acusou um torcedor e um ex-presidente do Vila (detido na ocasião), de terem cometido ato de racismo, foi suspenso por um jogo, mas teve a pena convertida em advertência.

Jhan Pool Torres, jogador do Operário-PR que acertou o ex-presidente do Vila, Geso de Oliveira, com uma garrafa no rosto foi punido com uma partida de suspensão.

André Fabrete Matochoco, gandula do Vila, foi suspenso por 20 dias por "atitude inconveniente de esconder a bola e não repor a bola nos totens de reposição", e o clube terá que pagar uma multa de R$ 2 mil.

Relembre o caso

Berto, atacante do Operário-PR, disse ter sido alvo de racismo em jogo na noite do último sábado (18) contra o Vila Nova, pela Série B.

O jogador, que é de Cabo Verde, acusou um torcedor do clube goiano de chamá-lo de "macaquinho" após o fim da partida, vencida pelo Vila por 2 a 1. Ele também disse que Geso de Olivera, ex-presidente do clube, fez gestos racistas em sua direção

Revoltado, Berto discutiu com torcedores do Vila que na tribuna do estádio Onésio Brasileiro Alvarenga (OBA), atrás dos bancos de reservas.

Nesse momento, uma confusão teve início. Jogadores do Operário-PR e torcedores do Vila arremessaram objetos do campo para a arquibancada e vice-versa.

Geso foi atingido no rosto e revidou arremessando uma garrafa que acertou o rosto do presidente Álvaro Góes, do Operário-PR. Ele caiu no gramado e ficou sangrando com um corte no nariz.

Os envolvidos na confusão foram encaminhados à Central de Flagrantes e registraram Boletim de Ocorrência. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil de Goiás.

Com informações: GE.

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