Pessoas em áreas de risco são problemas que exigem medidas coletivas em PG
Conselheiro, professor acredita que toda a comunidade deve agir nesses casos, seja cuidando do meio ambiente ou cobrando as autoridades

O conselheiro da área da Educação do Grupo aRede, Osni Mongruel Junior, explica que as pessoas em áreas de risco sofrem com as condições climáticas adversas - o debate é referente a uma reportagem especial do Portal aRede. Além disso, ele lembra a importância da comunidade também se preocupar com essas situações, seja cuidando do meio ambiente ou cobrando as autoridades para melhores condições de vida a esses grupos vulneráveis.
Confira abaixo na íntegra a opinião de Osni, graduado em Odontologia, especialista em Administração de Empresas, professor, diretor do Colégio Sepam e diretor-presidente da Regional dos Campos Gerais do Sindicato das Escolas Particulares (Sinepe/Paraná):
"Condições climáticas como calor, frio, sol, chuva e granizo trazem muitas vezes problemas e prejuízos, e mais do que isso, trazem medo às pessoas por conta dos riscos à vida e ao patrimônio.
Nossa cidade tem nos órgãos públicos o mapeamento das áreas de risco, tem sistemas de emissão de alertas para condições extremas e tem ainda planos de melhorias e soluções definitivas em curso atualmente. Isso é bom, embora ainda não seja o patamar ideal.
Importante destacar que a população é também responsável pelas melhorias, cobrando autoridades e fazendo a sua parte na destinação correta de resíduos, não ocupando erroneamente o solo, não invadindo áreas de preservação.
Uma ótima notícia apontada na reportagem é o projeto em desenvolvimento pela Universidade Livre do Meio Ambiente (Unilivre) que pretende apontar soluções para acabar de vez com os alagamentos na cidade.
Assim como outras reportagens do JM/aRede, esta nos provoca a sermos melhores cidadãos. Não cabe ao conselho resolver os problemas, mas lançar olhares e opiniões diversas sobre como contribuir, de quem cobrar e o que cada um fazer individualmente para que coletivamente todos ganhem".
CONSELHO DA COMUNIDADE
Composto por lideranças representativas da sociedade, não ocupantes de cargo eletivo, totalizando 14 membros, a iniciativa tem o objetivo de debater, discutir e opinar sobre pautas e temas de relevância local e regional, que impactam na vida dos cidadãos, levantados semanalmente pelo Portal aRede e pelo Jornal da Manhã, com a divulgação em formato de vídeo e/ou artigo.
Conheça mais detalhes dos membros do 'Conselho da Comunidade' acessando outras notícias sobre o projeto.
LEIA ABAIXO UM RESUMO DO ARTIGO
- Vulnerabilidade Climática: o conselheiro destaca que as populações em áreas de risco vivem sob constante medo e prejuízo devido a eventos climáticos extremos (calor, frio, granizo e chuvas), que ameaçam tanto o patrimônio quanto a integridade física;
- Responsabilidade Compartilhada: ele ressalta que a melhoria dessas condições depende de uma via de mão dupla: o poder público deve aprimorar o mapeamento e os planos de solução, enquanto os cidadãos devem cobrar as autoridades e evitar práticas nocivas, como o descarte incorreto de resíduos e a ocupação de áreas de preservação;
- Educação e Cidadania: Osni reforça o papel do "Conselho da Comunidade" e da imprensa em provocar a reflexão sobre o papel individual de cada um na sociedade. Ele cita como exemplo positivo o projeto da Unilivre para solucionar alagamentos, reforçando que a consciência coletiva é a chave para o progresso regional.
VEJA MAIS OPINIÕES SOBRE O ASSUNTO
- Poder público deve ter sensibilidade com pessoas morando em áreas de risco;
- Animais também sofrem em situações de moradias em áreas de risco;
- Tirar pessoas de áreas de risco e movê-las para a periferia não resolve o problema habitacional;
- Políticas públicas para pessoas em áreas de risco não podem ser temporárias.




















