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Julgamento de acusados de matar casal em PG acontece nesta segunda

A Justiça decretou a prisão preventiva dos réus, sendo que seis estão presos e um deles segue foragido

A suspeita é de que o casal tenha sido morto por engano
A suspeita é de que o casal tenha sido morto por engano -

Publicado Por Milena Batista

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O poder Judiciário de Ponta Grossa tomará o depoimento de 19 pessoas, dando continuidade ao julgamento do homicídio do casal Luiz Arthur Bach Xavier e Rubiane Aparecida Mayer, nesta segunda-feira (31), a partir das 14h.

Foram denunciados pelo Ministério Público como autores e partícipes deste hediondo crime que abalou a cidade de Ponta Grossa, os réus, Gilmar Tobias Ribeiro, Paulo Henrique Derkacz, Gabriel Gusso Rodrigues, Weslley Acir Malaquias, Jean Francis Almeida Prado, Erick Nunes Cardoso e Liédson Darzot.

Segundo a denúncia, durante a madrugada de 30 de setembro de 2023, no bairro Oficinas, os réus, mediante prévio acordo de vontades, com a intenção de ceifar a vida das vítimas, mataram o casal mediante disparos de arma de fogo de calibre 9 mm, o que causou a morte de ambos por politraumatismo.

Os advogados Gustavo Madureira e Matheus de Quadros, que atuam como assistentes de acusação, informaram que "as vítimas não tinham envolvimento com a criminalidade, mortos por engano".

Madureira disse que "a conclusão do inquérito policial foi no sentido de que os bandidos, todos envolvidos com o tráfico de drogas e participantes de organização criminosa, visavam a morte de outro marginal que supostamente teria delatado os réus, por isso tramaram sua morte". Mas, segundo o advogado, "os executores do crime, por equívoco, adentraram na residência do casal e assassinaram covardemente os jovens com diversos tiros enquanto eles dormiam".

A Justiça decretou a prisão preventiva dos réus, sendo que seis estão presos e somente o acusado Paulo Henrique Derkacz se encontra foragido. Eles respondem por duplo homicídio, com cinco qualificadoras, por motivo fútil, mediante paga, por uso de meio cruel, recurso que dificultou a defesa das vítimas e emprego de arma de uso restrito e, se condenados, podem ter uma pena superior a 40 anos de reclusão.

Das assessorias

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