Sanepar esclarece dúvidas sobre qualidade da água à prefeita Elizabeth
A prefeita de Ponta Grossa esteve na unidade da Companhia de Saneamento do Paraná no Jardim Carvalho nesta quinta-feira (12) com a secretária de Meio Ambiente, Carla Kristki; os gestores da Sanepar tiraram dúvidas sobre o tratamento da água e o nível do reservatório do Alagados

A prefeita municipal de Ponta Grossa, Elizabeth Schmidt (União Brasil) e a secretária municipal de Meio Ambiente, Carla Kritski, estiveram na unidade da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) no Jardim Carvalho nesta quinta-feira (12) para tirar dúvidas com a equipe responsável pelo abastecimento de água da cidade após diversos relatos de alteração na qualidade da água e o recebimento de altas faturas neste mês. O material em vídeo que registra a visita foi publicado nas redes sociais da prefeita para alcançar a população ponta-grossense com maior agilidade e acessibilidade.
Segundo Carla, a primeira providência tomada pela Prefeitura com relação a este problema foi notificar a Sanepar com a solicitação de informações relacionadas à qualidade da água e ao processo de floração das algas. Em nome da Companhia, Simone Alvarenga, superintendente da Sanepar na Região Sudeste, explica que a unidade conta, desde 2009, com um sistema chamado "Actiflow", que realiza um tratamento especializado para mitigar os efeitos da floração da alga.
José Machado, gerente regional, afirma ser necessário desmentir a fake news de que a alteração do gosto e cheiro da água seriam provenientes de um cadáver encontrado. "A gente quer afirmar à população que a causa do mau cheiro e o gosto são de substâncias liberadas por algas", explicou o gestor, que também solicita aos consumidores que fiquem tranquilos, porque a água da Sanepar é segura e a companhia "jamais ia distribuir para a população algo que não fosse seguro e causasse dano à saúde das pessoas", disse.
Por quanto tempo isto vai acontecer?
No conteúdo, a prefeita e a secretária questionam os gestores da Sanepar sobre a duração desta ocorrência. Em resposta, Simone diz que a companhia tem percebido a situação reduzir dia a dia, porque eles já estão, desde janeiro, aplicando cartão ativado, o que faz parte do protocolo. "As reclamações em nossos canais têm sido poucas", comenta a superintendente. Ela garante que, com a volta das chuvas, o aumento da vazão do reservatório e a captação de água do Rio Pitangui, a situação desaparecerá gradativamente.
Nível de água do reservatório do Alagados
A secretária municipal diz que os ponta-grossenses também têm levantado questões sobre o nível de água do reservatório do Alagados. "Ele está um pouco reduzido, e sabendo que 30% deste reservatório abastece nossa cidade, gostaria de saber se a situação está afetando o abastecimento", diz Carla. Os gestores da Sanepar afirmam que é natural que, nesta época do ano, a redução do nível seja notada, visto que as chuvas ocorrem com menos frequência. Eles garantem que não há risco de desabastecimento, e que o Alagados está "muito longe" do nível crítico.
A prefeita reforça que, junto à Sanepar, a Prefeitura segue tomando medidas rápidas, e que todas as situações pautadas no vídeo estão sendo tratadas com cautela, tecnologia e prevenção para solucionar as ocorrências o mais rápido possível.
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